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Pente-fino no IP: atuação virtual de Cabo Santos pode ser ‘mapeada’

Cabo Santos curtiu ameaça armada contra decisão judicial em abril de 2020, mas depois recuou

As investigações sobre os moradores fernandopolenses que integram a “lista dos 15” denunciados por participação, incentivo, apoio e difusão dos atos golpistas em 8 de janeiro em Brasília prosseguem. Veja mais detalhes sobre a denúncia aqui!
O Ministério Público estadual se manifestou no processo solicitando a remessa ao Ministério Público Federal de alguns dados de pelo menos um morador da cidade denunciado por envolvimento na frustrada tentativa de golpe de estado após Lula vencer Bolsonaro nas eleições do ano passado. Trata-se do vereador Cabo Santos.
Uma das informações sobre o parlamentar é o IP utilizado pelo PM aposentado para navegar na internet.
Em posse do IP de Cabo Santos, o MPF terá condições de mapear sua atuação virtual relacionada aos atos antidemocráticos.
Poderá ser comprovado que ele mantinha, como autor, uma página no Facebook chamada Direita Fernandópolis, repleta de fake news e incentivos a um pretenso golpe militar, além de postagens de ataques à vacinação contra a Covid-19 e OMS, defesa da “imunização de rebanho”, além de apelo pela igualmente criminosa difusão de tratamento precoce com cloroquina .
Curiosidade: esta página parece ter sido apagada do Facebook. Mesmo assim, através do IP do usuário, todos os seus passos virtuais podem ser rastreados.
Basicamente, o número de endereço IP é a ‘impressão digital’ do seu computador, celular ou tablet utilizado para navegar pela internet. IP é uma sigla em inglês, “Internet Protocol”, que pode ser traduzido como “protocolo de rede”.
CURTIU, MAS DEPOIS RECUOU: AMEAÇA CONTRA DECISÃO JUDICIAL
Em abril de 2020, há 3 anos, Revoluir publicou uma matéria abordando decisão da Justiça local proibindo uma manifestação que era organizada por grupos de extrema direita de Fernandópolis e região para acontecer na Praça da Matriz. Isso em plena pandemia. Confira a matéria aqui!
A página Direita Fernandópolis teve alguns registros reportados nesta matéria.
Entre os comentários dos extremistas bolsonaristas, um fazia referência a uma “resposta armada” contra a decisão judicial.
Escreveu um internauta, que aparentemente residia, à época, em Santa Fé do Sul: “Então vamos ter que sair nem que for na bala”.
De pronto o autor da página Direita Fernandópolis, Cabo Santos, curtiu este comentário. Detalhe que o entusiasmado armamentista tinha selo de superfã da referida página.
Dias depois, após repercussão da matéria do Revoluir, tal comentário aparecia “descurtido” e o fiel seguidor não era mais superfã da página de desinformação.

 

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